Buchinha do Norte - (Luffa operculata Cogn.)

Buchinha do Norte

Família: Cucurbitaceae


Nome Científico: Luffa operculata (L.) Cogn.


Sinonímia Vulgar: Bucha-paulista, buchinha-do-norte, bucha-dos-pescadores, cabacinha, esponja-vegetal, esfregão, pepino-bravo, purgade-
bicho, abobrinha-do-mato, endoço.


Sinonímia Científica: Luffa sepium (G. Mey) C. Jeffrey; Cucumis sepium G. Mey; Luffa astorii Svenson; Luffa purgens (Mart.) Mart.; Momordica purgans
Mart.; Momordica operculata L.

Descrição:  Trepadeira herbácea de caule muito ramificado, escandente sarmentoso, com até 10 m de comprimento. Folhas simples, com 3 a 5 lobos, com bainha invaginante e pecíolo anguloso. Folhas medindo de 2 a 8 cm de comprimento por 3 a 15 de largura. Flores amarelas com 5 pétalas medindo até 2 cm. Frutos oblongos ovoides, fusiformes, de deiscência transversal com o pericarpo papiráceo, com 3 carpelos contendo numerosas sementes escuras achatadas e lisas. É nativa da América do Sul; no Brasil, principalmente no Ceará, sendo também cultivada em Minas Gerais. Multiplica-se por sementes.


Partes Usadas:  Frutos com a semente.


Formas Farmacêuticas:  Decocto ou inalação.


Emprego: Popularmente é usada para sinusite. Usar a quarta parte de uma bucha seca com uma semente em decocto para inalação e depois pingar 2 gotas em cada narina por 4 dias no máximo. Se não houver rompimento do palato com a liberação de pus do sinus, parar o tratamento.


Constituição Química: 2 triterpenos: cucurbitacina D e isocucurbitacina D.


Interações Medicamentosas: e Associações Pode ser associada à jarrinha ou ao pau-pereira.


Toxicidade: Doses elevadas irritam a mucosa, e em uso interno é hemorrágica.


A planta provoca náuseas, cólica e fortes dejeções. É abortiva.

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