Echinodorus macrophyllus Mich. (CHAPÉU-DE-COURO)

CHAPÉU-DE-COURO


Família: Alismataceae


Sinonímia: Chá-de-campanha, erva-de-bugre, erva-do-pântano, chá-de-mineiro, erva do brejo, aguapé, chá do pobre, congonha do brejo.


Origem: Brasil


Descrição: Erva aquática, de caule triangular e glabro; rizoma rasteiro, grosso e carnoso, pode atingir até 1,5m de altura. Folhas longo-pecioladas, ovadas ou cordiformes, coriáceas, grandes, eretas ou flutuantes, de 5 a 11 nervadas, flores brancas, hemafroditas, numerosas, disposta em panículas verticiladas; fruto tipo carpelo, um pouco achatado e com listras salientes. Prefere solos de várzeas ou águas pouco profundas. A colheita ocorre a qualquer época do ano.


Uso farmaco-terapêutico: Artrite, prisão de ventre, reumatismo, sífilis, moléstias da pele e do fígado, gota, colesterol, arteriosclerose, pressão alta e afecções do estômago, rins e bexiga.


Propagação: Rizoma


Partes utilizadas: Folhas.


Constituintes químicos principais: Sais minerais, tanino, iodo, saponinas, flavonóides, triterpenos, resinas, alcalóides, holosídeos e heterosídeos cardiotônicos.


Formas farmacêuticas habituais: Infusão, Tintura, Decocção.


Indicação, preparo e posologia: É um diurético fortíssimo quando usado na forma de chá, antí-reumático, depurativo, antiofidico.


a) Infusão ou decocção- 20g de folhas verdes por litro de água. Tomar de 3 a 4 xícaras por dia.
b) Tintura- 1 colher (sopa) de 8 em 8 horas.
c) Uso externo: para hérnia ou problema de pele, furúnculos, usam-se a maceração da raiz, como emplasto, várias vezes ao dia.


Observação: age como estimulante do suco biliar no intestino delgado e melhora a função renal, agindo nos quadros reumáticos, bem como na eliminação do ácido úrico.

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