Annona muricata L. (GRAVIOLA)

GRAVIOLA


Família: Annonaceae.


Sinonímia: araticum-do-grande, guanabano, coração-da-rainha, condessa, jaca-do-Pará, jaca-de-podre.


Origem: Amazônia Brasileira, matas e campos cultiváveis.


Descrição: Árvore pequena, 4-8 m de altura por 15 cm de diâmetro, copa pouco esgalhada, casca áspera, com manchas pequenas e grandes esbranquiçadas, fendas longitudinais rasas; folhas simples; alternas, pecioladas, obovadas, oblanceoladas ou oblongo-elíptica, subcoriáceas, 10-16 cm de comprimento, 5-8 cm de largura; inflorescência cauliflora; flores solitárias grandes, hermafroditas de cheiro forte, e amareladas; fruto sincarpo, grande, pode pesar até dois quilos, ovoide ou cordado-oblongo, coberto por saliências pouco marcadas, quando maduro verde pardo acinzentado, polpa suculenta de aroma ativo, agridoce, sementes compridas negras brilhantes numerosas, envolvidas numa polpa branca.


Uso fármaco-terapêutica: (1) diabete, calmante, dor; emagrecimento; (2) peitoral, bronquite e tosse; (3) reumatismo, abscessos, edemas.


Propagação: por sementes e estaquia caulinar.


Parte utilizada: (1) folhas; (2) flores e brotos; (3) frutos.


Constituintes químicos principais: celulose.


Modo de usar: (1,2) infusão; (3) óleo, uso externo.


Observações: O fruto verde cozido é comido como verdura e, dos maduros, prepara-se sucos, sorvetes, cremes, geleias, xarope, e também é consumido ao natural com açúcar. As folhas, o fruto verde e a semente tem propriedades inseticidas, promove o emagrecimento, porém, traz como efeito colateral a paralisação do pâncreas e debilidade física, quando usado por período prolongado

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