Sucupira Branca (Pterodon emarginatus Vogel.)

Sucupira


Família Leguminosae (Faboideae)


Nome Científico: Pterodon emaginatus Vogel


Sinonímia Vulgar: Sicupira, sucupira-branca, fava-de-sucupira, monjolo.


Sinonímia Científica: Pterodon pubescens (Benth.) Benth.; Acosmium inornatum (Mohlenbr.) Yakovlev; Sweetia inornata Mohlenbr.

Descrição

É uma árvore de 5 a 10 metros de altura e pode atingir de 50 a 70 cm de diâmetro. Tem ritidoma cinzento, que se desprende deixando cicatrizes.
As folhas são alternas, compostas, de 8 a 20 cm de comprimento e levemente pilosas, seus folíolos têm 3 cm de largura e 1 folha pode ter de 10 a 20 folíolos. Inflorescência em panícula. Cálice pentâmeros sendo 2 petaloides e 3 sepaloides. Corola com pétalas violáceas, glabras, com pontuações glandulosas. Estames monoadelfos. Seu fruto é legume orbicular, com uma única semente e com uma asa arredondada, contornando todo o legume. O fruto tem uma camada mais externa (epicarpo), que se desprende pela maturação e é mais escura. A camada interna é mais clara e possui um aspecto alado, mais visível. Seu odor é aromático, agradável e o sabor é amargo.


Partes Usadas:  Sementes, cascas ou tubérculos da raiz.


Formas Farmacêuticas:  Óleo, cachaça ou vinho. 


Emprego: Antiinflamatório principalmente nas dores de garganta, bronquites, asma e reumatismo; tônico usado nas escrofuloses, úlceras e  anifestações sifilíticas secundárias. A casca é usada como antidiabética. Infuso e decocto a 1%, de 2 a 3 xícaras ao dia; extrato fluido, de 0,5 a 2 ml ao dia. Estudos farmacológicos mostraram que o óleo da semente inibe a penetração pela pele de cercarias do esquistossomo.


Constituição Química:  Diterpenos, isoflavonas, sucupirina, sucupirona, sucupirol, óleo-resina (14,15-epoxigeranilgeraniol).


Toxicidade: 

O uso crônico pode causar lesões no fígado e rins, devido à presença de compostos terpênicos.

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